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O artista plástico,
ator, bailarino e coreógafo Márcio Cunha vem imprimindo às suas incursões
plásticas/espetáculos coreográficos desde o tríptico inicializado por Frida,
Basquiat e Rosario, uma autoral pulsão integrativa de elementos da dança, da
performance teatral e do processo das instalações. Com prevalência em
energizada imersão física e psíquica de seu idealizador e intérprete na
trajetória de criação do outro artista focalizado.
Transmutado em outra trilogia, desta vez inspirada no processo investigativo da corporeidade gestual com sua
permanente e incisiva imersão no magico
universo dos orixás, inicializado pelas propostas de decifração da enigmática
simbologia física, espiritual e religiosa dos terreiros, dos jogos de búzios e
da capoeira, legado da ancestral identificação cultural com o sincretismo afro-brasileiro.
Inicializado com o espetáculo Pipoca e sequenciado por Boca do Mundo, chegando agora a complementação integrativa do triptico através do mais recente deles, Filho da Margem que acaba de chegar aos palcos cariocas em sua temporada de estreia. Com ideário original de Marcio Cunha para mais uma de suas criações que podem ser classificadas como um teatro coreográfico, pelas características de encontro de linguagens artísticas, indo além de seu teor de priorização coreográfica.
ARTIGO EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO....
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